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Jogadores são superticiosos demais

24/03/2019 17:22:31

ALTERA O
TAMANHO DA LETRA



O zagueiro Thiago Silva já tem os culpados pelo empate da seleção brasileira de futebol frente ao fraco time da Venezuela: o cachorro. “Acredito que não trouxe sorte. Mas acredito que no próximo jogo ele não apareça para que a gente possa vencer”, afirmou.

Cachorro levou a culpa pelo empate do Brasil
Cachorro levou a culpa pelo empate do Brasil

O que foi apenas uma piada para o Zagueiro Thiago Silva, uma forma humorada de falar sobre o assunto, para muitos a supertição em futebol é coisa séria. A superstição está presente, por exemplo, no simples ato de entrar com o pé direito em campo.

Ela está presente desde os jogadores, treinadores e até torcedores.

Na semana passada a Folha de São Paulo divulgou que o técnico da Seleção Brasileira Mano Menezes proibiu a presença de líderes religiosos na concentração da Copa América.

Considerando que nas Copas anteriores o ex-técnico Dunga permitia a presença de pastores, será que nossos jogadores estão mais vulneráveis a serem supersticiosos nessa copa, visto que o futebol é um campo fértil para a superstição?

Há alguns anos atrás o próprio portal da FIFA ironizou a prática. A nota no site da entidade recordou a superstição do técnico argentino Carlos Bilardo o qual é um dos casos extremos. Ele proibia os seus jogadores de comer frango na concentração por dar azar e entrava com uma estatueta da virgem Maria.

O artigo citava até mesmo a obsessão do técnico brasileiro Zagallo por numerologia. O técnico tinha devoção ao Santo Antônio, que por ter festa celebrada no dia 13 de julho, tudo ele busca incluir o número 13 como por exemplo: o andar de seu apartamento, o número da camisa no jogo e até o dia do casamento.

Um professor de religiões e vice-presidente do Centro Apologético de Pesquisas (CACP), Paulo Cristiano, define superstição de acordo com o dicionário Aurélio: “sentimentos religiosos baseado no temor ou na ignorância, e que induz ao conhecimento de falsos deveres, ao receio de coisas fantásticas e à confiança em coisas ineficazes”.

Para o pastor luterano Reverendo Cláudio Screiber, o problema da superstição é que a fé fica depositada em uma prática ou costume, algo que não é e nem se refere a Deus. “Na superstição, já não se espera de Jesus Cristo a paz de espírito e toda a proteção, mas, sim, destas determinadas coisas e práticas”.

O Rev. Screiber, usa como base bíblica o primeiro mandamento. Para ele o supersticioso peca contra esse mandamento que diz: “Eu sou o Senhor, teu Deus. Não terás outros deuses diante de mim.” (êx 20.2,3).

Fonte: Christian Post

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